No sorriso desdentado da menina que é sombra e nada
ao mesmo tempo, em um tempo onde tudo é vácuo.
No teu sussurro cálido de palavras sem sentido.
Na chuva esganiçada que leva os ratos para longe
da nossa paz banhada a plástico e metal.
Pelas miudezas desta torpe sanidade,
valsa livre nossa loucura.

